HOMENS NO DIVÃ - Pela primeira vez no Rio, comemorando 9 anos em cartaz em São Paulo, comédia estreia dia 03 de junho, às 20h, no Teatro das Artes

 

O elenco é formado por GUILHERME CHELUCCI (na peça desde 2014), KEN KADOW (na terceira montagem com o diretor) e DARSON RIBEIRO (o idealizador e diretor geral).

 

Marília Gabriela faz participação especial com sua voz inconfundível no papel da temida psicanalista Dra. Maczka.

'Homens no Divã' - crédito Marcelo Morais
 

O encontro inesperado de três homens, na antessala do consultório de psicanálise da Dra. Maczka (voz de Marília Gabriela) é o ponto de partida para mudanças radicais na vida do bombeiro Renatão (Chelucci), de Fred, gerente executivo da LIGHT (Ribeiro), e do ginecologista Cadú (Kadow).

Para não perder os homens amados, suas respectivas esposas exigem que eles busquem apoio terapêutico, e, assim, os três marmanjos acabam se encontrando em pleno consultório freudiano. A amizade, no início desconfiada pelo inusitado do encontro, vai se fortalecendo a cada momento que passarão juntos, entre conversas e situações pertinentes ao ‘homem-comum’. É assim que eles acabam se autoanalisando, numa espécie de complemento à terapia, e vão “elaborando” seus problemas e progredindo.

“Texto inteligente e divertido, tem uma profundidade nas entrelinhas e nos silêncios entre as falas, que remete a reflexões interessantes. Os três personagens aparecem todos os dias nas queixas das minhas pacientes”, Dr. Malcom Montgorrey, ginecologista e obstetra.

Além de assinar o figurino, a luz, a cenografia, a direção, Darson Ribeiro arranca aplausos em cena aberta por várias vezes durante as apresentações, com seu Frederico de Freitas Fernandes.

“Concebi uma direção ágil e verdadeira, a partir das idiossincrasias masculinas para brincar com assuntos difíceis, à primeira vista (e até hoje tabu), como traição, machismo e narcisismo, quando falados em público. A brincadeira com os fetiches femininos é justamente para que o público absorva de cara tais assuntos que são raramente expostos e quase nunca discutidos, e que aqui, vêm numa forma lúdica e de fácil acesso”, afirma Darson, e complementa: “A partir de pequenos solilóquios com a psicanalista (de quem só se ouve a voz) e o tête-à-tête, os três acabam instituindo um divã próprio, inconsciente e espontâneo, desconstruindo personalidades ultrapassadas e, por isso, agradam não só as mulheres, mas também o público masculino”.

 

'Homens no Divã' - crédito Marcelo Morais, Fred e Renatão.

Serviço.

 

HOMENS NO DIVÃ.

Local: Teatro das Artes Shopping da Gávea – Shopping da Gávea (Rua Marquês de São Vicente, 52 – 2º piso).

Informações: 21 2540-6004.

Temporada: 03 de junho a 10 de julho de 2022.

Dias e horários: sextas e sábados, às 20h | domingos, às 19h.

Ingresso: R$ 80,00 INTEIRA e R$ 40,00 MEIA - www.divertix.com.br

Duração: 90 minutos.

Bilheteria: de quinta a domingo, das 15h até o início dos espetáculos.

Indicação etária: 12 anos.

Gênero: comédia.

Capacidade: 418 lugares.

 

Por: Clilton Paz.

Fonte: Daniella Cavalcanti.

Parceria e dobradinha refeitas para a segunda temporada da websérie Filhos do Arco Íris

 


Com previsão de início de gravações para o mês de junho, Jayro Said, roteirista, produtor e ator de websérie refez parceria com o diretor Tales Figueiredo e juntos irão iniciar uma nova empreitada.

Entre as novidades, os episódios com maior tempo de duração de Filhos do Arco Íris vão estar mais vibrante, emocionante, forte, com muitas cenas polêmicas e dramáticas, e referências dos filmes "O Exterminador do Futuro" e a peça teatral de Nelson Rodrigues, O Beijo no Asfalto.

O foco na trama é a família afetiva e seus conflitos. Diogo, papel vivido pelo autor Jayro Said, será maior, a homofobia estará mais em evidência com assassinatos de travestis e transexuais. A AIDS também ganhará destaque, através de um casal soro discordante e terá novos amores, paixões com idas e voltas e um tom místico e sobrenatural, através de um novo personagem, o Gabriel.

Do elenco da primeira temporada retornarão, além de Jayro Said (Diogo), Yuri Malccon (Juliano), Dani Almeida (Lili), Mar Moraes (Bilú), Cláudia Bomfim (Maribel), Danilo Araújo (Juninho BR), Josilaine Sant'ana (Simone), Wanderson Nascimento (William), Rafael Gouveia (Natasha), Roy D'Peres (Zé Sérgio), Samantha Cristina Oliveira (Soraia), Mario Cardona Jr (João), Betto Medeiros (Wesley), Fabio Medeiros (Coiote), Higor Alcântara (Daniel), Wallace Quitete (Vicente), Greice torres (Ludmilla), Eric Nunes (Pedro), Alexandre Vollú (comissário Ivanildo), Geraldine D'Prado (Madalena), Douglas Freire (Marcelo) e Andrew Abreu (Yuri), pra contar essa nova história e novos conflitos e a chegada de atores novos.

 


Por: Clilton Paz.

Fonte: Livia Rosa Santana.

Foto: Divulgação.

 

Psicólogo fala sobre Síndrome do Pânico

Alexander Bez explica como essa doença afeta as pessoas


Atualmente, muitas pessoas, inclusive famosos relataram sofrer com crises de pânico. Os sintomas sofridos com esses episódios são intensos. Dentre eles, sintomas físicos, como taquicardia, o que gera falta de ar, incômodo intestinal, vertigem, tonturas, dores no corpo, mas tudo isso com origem totalmente psicológica. Mas o pior, é a manifestação eminente de morte, no qual a pessoa fica em constante alerta e acha que vai morrer, como consequência disso, quem sofre com as crises tem o sentimento que irá “ficar louca”. Inclusive, no ano de 2021, houve um aumento de, aproximadamente, 60% da doença nos EUA em detrimento do medo que a pandemia trouxe.

Alexander Bez, psicólogo especialista em Ansiedade e Síndrome do Pânico pela Universidade da Califórnia (UCLA), diz:

“Quando falamos em síndrome do pânico, é importante entender uma coisa, ela é uma patologia 100% emocional. A psicologia americana já comprovou que, ao contrário do que muitas pessoas acham, a síndrome do pânico ela não tem nenhuma ligação morfológica, neuropsiquiátrica ou neuropsicológica ou neurológica. Ela é a manifestação mais exacerbada do transtorno de ansiedade, considerada uma releitura da histeria nos tempos de Freud.”

Muitos estudos já comprovam que o uso de drogas por portadores de pânico (lícita ou ilícita), como por exemplo, cigarro, álcool e até o próprio chocolate pode ser muito prejudicial para a síndrome do pânico, pois essas substâncias geram ansiedade.

Segundo Bez, a síndrome do pânico tem cura, o que não tem cura é o transtorno de ansiedade. Hoje, o protocolo americano de síndrome do pânico já não envolve só a psicoterapia, já que ela sozinha cobre de 50 a 60% da necessidade. O tratamento completo também envolve administração de ansiolítico, ou seja, é necessário orientação psicanalítica e medicamentosa para combater a doença.

“Não dá para tratar uma síndrome em pânico severa sem medicamento, porque ela é uma doença gradativa e progressiva, a ansiedade precisa ser contida pela medicamentação. Então, na minha visão como profissional especializado no assunto, as pessoas que sofrem com a síndrome devem buscar um tratamento completo orientado por um psicanalista e um psiquiatra.” – alerta o psicólogo.

Alexander reforça que a síndrome pânico não mata. Entretanto, se uma pessoa tiver uma pré-condição cardiológica existente, ela é uma candidata séria a poder passar por situações mais complicadas, como por exemplo, um infarto em detrimento da crise, que leva a vítima a um estado de preocupação e tensão extrema, elevando a pressão arterial e os batimentos cardíacos da mesma.

“É de suma importância que o indivíduo tente identificar o que desencadeia suas crises. Na maioria das vezes são coisas que remetam ou que o relembre de seus traumas. Saber disso ajuda a evitar esses episódios, tendo consciência do seu limite ao realizar certas atividades, por exemplo. Lembrando que o consciente é um aparelho regido pelo inconsciente, quem rege a nossa personalidade, nos faz sentir coisas é o inconsciente, mesmo tendo noção do que está acontecendo, ele sempre sabe antes e a síndrome do pânico é um sintoma de alteração, de divergência, por isso é um conflito, ela nada mais é do que a representação histérica um conflito que está sedo vivido.” – complementa Alexander.

O psicólogo também fala que atividades socioculturais, musculação com aeróbica funcionam muito como uma terapia ocupacional, que complementa ainda mais o tratamento. Uma vez que a ansiedade é uma coisa que sempre vai precisar de tratamento e atenção, o cuidado da saúde mental é constante.

Por: Assessoria
Foto: Divulgação (arquivo pessoal)