Exposição "Amazônia", de Cristina Jobim, traz a Floresta e os Corais da Amazônia ao Centro Cultural Correios RJ, com curadoria da Tartaglia Arte

 

Uma experiência visual e sensorial, com cores, sons, cheiros e luzes exaltando as obras, trazendo protesto e conscientização em forma de arte.


 

A artista plástica Cristina Jobim abre a exposição "Amazônia", composta por salas sobre a 'Floresta Amazônica' e sobre os 'Corais da Amazônia', atenta à necessidade da preservação e conscientização desse tesouro natural, onde o observador poderá fazer uma verdadeira viagem visual e sensorial, com sons, cheiros e uma explosão de cores e luzes, que saem das telas e ganham vida, encantando visualmente e provocando as mais diversas emoções.

A Amazônia é um bioma único no mundo, com 60% de sua extensão no Brasil, com rios, fauna e flora, fontes de água e vida. Recentemente, foram descobertos os Corais da Amazônia - na bacia da foz do Rio Amazonas, recifes sobrevivem em grandes profundidades e onde quase não chega luz. A água da região é turva porque o rio carrega com ele pedaços de floresta: restos decompostos de árvores, folhas, terra, animais etc. Cientistas acreditam que nos Corais vivem peixes que nunca foram catalogados pela ciência, e também bactérias, fazendo dos recifes uma possível futura “farmácia submarina”.

Por isso, pessoas do mundo inteiro unem suas vozes para mostrar o quanto a floresta é importante para suas vidas. Proteger a Amazônia é proteger nosso futuro!



A exposição apresentará obras de diversos tamanhos, em acrílico sobre tela, mas que possuem vida própria, com curadoria de Riccardo Tartaglia e Regina Nobrez (Tartaglia Arte), no Centro Cultural Correio RJ, a partir do dia 16 de dezembro.

O espaço expositivo 'Floresta Amazônica' terá telas de grandes e médios tamanhos e, no espaço expositivo 'Corais da Amazônia', uma parede sobre os corais, com 36 obras de pequenas dimensões, atuando isolada e simultaneamente, de modo a despertar a essencialidade de cada elemento que compõem o universo do bioma amazônico e a contribuição individual de cada um deles para a existência do todo.

De acordo com Cristina Jobim, "a Amazônia é um bioma composto por infinitos elementos orgânicos, cada qual com incontestável importância para a floresta. O despertar de luzes e cores de cada obra se materializa em sua concepção. Os corais, fonte de vida, com seus matizes infinitos, foram ao mesmo tempo fonte de inspiração para a coleção e um recorte, um catalisador da mensagem do universo da exposição. Verdadeiramente, a grande influência para a minha criação".

A obra de Cristina Jobim não mostra a influência de outros artistas, porque sua arte e técnica são frutos de pesquisas e experimentações próprias, resultado de sua inquietude em relação às cores e comportamento das mesmas em superfícies e densidades diferentes. Em "Amazônia", há uma forma de protesto, porque a Arte reflete a vida. "Penso que neste momento em que vivemos, todos temos que destacar a importância da Amazônia, trazendo seus elementos para a luz, para a ótica crítica do espectador, resgatando o que a humanidade tem de mais precioso, que é a vida", afirma Jobim.

 

Serviço.

 

Exposição: "AMAZÔNIA".

Artista: Cristina Jobim.

Local: Centro Cultural Correios RJ (Rua Visconde de Itaboraí, 20, Centro, RJ).

Abertura: 16 de dezembro de 2021, às 17h.

Visitação: 17 de dezembro de 2021 a 06 de fevereiro de 2022.

Dias e horários: terça a sábado, das 12h às 19h.

Censura Livre.

Acesso Gratuito.

Acessibilidade: Sim.

Apoio: Centro Cultural Correios - RJ / Ministério das Comunicações - Governo Federal.

Uso de máscaras e comprovante de vacinação são obrigatórios.

 

Instagram: @cristinajobim.art

Instagram: @reginanobreztartaglia @tartagliaarte

 

Por: Clilton Paz.

Fonte: Paula Ramagem.

Fotos: Divulgação.

 

 

 

 

A Arte que Salva é a Mesma Arte que Doa Vida

 

Empresa de dublagem participa de campanha de doação de sangue.


 

            A arte salva, a arte cura. Palavras que vão de encontro ao momento em que o mundo e a sociedade estão passando, a salvação e a cura. E porque não através da arte? Recentemente, a Família Dublemix, instituição empresarial audiovisual, voltada para a propagação da arte da dublagem, participou de uma ação social no Hemorio, que foi de doação de sangue. Para Marcos Cavalcante, CEO da Família Dublemix – “Realizamos a segunda campanha: Doe vida, Duble vida, Dublagem na veia. A cada doação minha, estarei estimulando os alunos a doarem sangue e, ao mesmo tempo, salvando alguém”.

            A instituição, engajada em projetos sociais, visa a inclusão e defende a ideia de que a dublagem é inteiramente inclusiva. Localizada no coração da Tijuca, na saída do metrô da Saenz Peña, na Rua Conde de Bonfim, 369, sala 405, a Duble (termo utilizado pelos mais íntimos da escola) defende a ideia de que dublar é uma arte que agrega pessoas, valores e uma gama de sensações.

            Nela, toda uma cena pode ser descrita e com isso, todos podem exercê-la. E o mais interessante, com recursos simples e baratos pode-se montar um home studio de dublagem, a questão é que se precisa estudar e entender os mecanismos desta arte e do mercado da dublagem. Desta forma, a Família Dublemix foi pioneira numa questão, a primeira escola a lançar um curso remoto de dublagem, isso em abril 2020, no auge da pandemia de Covid-19, quando ninguém podia sair de casa.



            Daí, a gente entender o quanto esta arte é inclusiva. E para fortalecer este conceito, a instituição está criando a sua primeira turma de teatro. Um curso de formação de atores para quem deseja dublar. Dessa forma, a Família Dublemix tornou-se pioneira ao fazer uma parceria com o Sindicato dos Artistas e Técnicos em Espetáculos de Diversão do Estado do Rio de Janeiro, Sated-RJ, com o intuito de incrementar a arte da dublagem, bem como a arte do teatro e promover diversos eventos ligados a arte.

            Workshop de dublagem, Stand-Up, oficina de oratória, oficina de dramaturgia e etc. E o mais interessante, todos os eventos foram realizados de forma beneficente aos associados do Sated-RJ

            Doar vida, doar arte, doar sangue, são caminhos de cura e salvação de uma visão inclusiva.

 


            Por: Clilton Paz.

            Fotos: Arquivo Pessoal Família Dublemix.

             

Em 2021 não tem Carnaval no Rio... Mas tem Carnaval do Rio na França

 

Ministro Embaixador do Brasil na França - Luís Fernando Serra, Vice Prefeito da cidade de Nice - Rudy Salles, Sandra Calixto e Alexis de Vaulx.

No dia 03 de dezembro, foi inaugurada a exposição de Carnaval do Rio, no Centre National de Costume de Scène (cncs.fr), em que Alexis de Vaulx recebeu autoridades e convidados. A inauguração teve início por volta das 18h – na França – com um coquetel de início, seguido de um jantar nos salão nobre do museu.

            Com a colaboração de grandes ateliês cariocas, como os de Alexandre Couto e Zezito, e de algumas escolas de samba do Rio de Janeiro, a exposição permitiu reunir um acervo avaliado em mais de 1 milhão de reais.

            Com belas fantasias riquíssimas, a exposição permanecerá aberta ao público de dezembro de 2021, até abril de 2022.

 

Foto - Diamantino Martins, Kika Macedo, Passista do Oba Brasil, Miss Allier Passista da Oba Brasil e Fernanda Cordeiro.

            Texto: Robson Talber.

Fotos: Divulgação.